Marcas de lubrificantes: como escolher a melhor
Não existe a melhor marca de óleo. Existe o óleo certo para o seu motor: a viscosidade e a norma do manual, com registro na ANP. Veja quem vende o quê no Brasil e o que a fiscalização encontra.
Quantos óleos de carro cada marca registrou
produtos com registro ativo na ANP (número de registro + grau SAE)
Fonte: ANP, dados abertos do registro de lubrificantes, óleo de motor ciclo Otto, registros ativos em 12/10/2026; cálculo do Guia do Auto. É o tamanho do catálogo, não qualidade nem vendas.
Escolher entre as marcas de lubrificantes não é torcer para um time: é cruzar a viscosidade e a norma que o manual do carro pede com o que a prateleira oferece. Conheça as 10 principais opções registradas na ANP.
O balcão da oficina ou a prateleira do posto costumam gerar a mesma dúvida na hora da troca. O frentista ou o mecânico oferece três opções de preço diferente, todas com a mesma viscosidade na embalagem, e você precisa decidir na hora. O mercado brasileiro tem centenas de empresas registradas, mas um grupo menor domina as prateleiras e as recomendações das montadoras.
Saber separar o marketing da engenharia salva o motor do seu carro e o seu bolso. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) monitora o setor e, nos últimos anos, a parcela de amostras reprovadas no varejo caiu de 28,5% em 2017 para 14,4% no início de 2026. A qualidade geral subiu, mas o risco do óleo falsificado ou fora de especificação ainda existe.
O essencial
- O nível mínimo para registro de óleo de motor de carro no Brasil é API SL ou ACEA vigente, segundo a ANP.
- A viscosidade, como 5W-30 ou 0W-20, é só a grossura do óleo. O pacote de proteção está nas normas API, ILSAC, ACEA e da montadora.
- No último boletim da ANP de 2026, 85,6% das amostras de lubrificantes automotivos compradas no varejo estavam conformes.
- As marcas de lubrificantes não fabricam todo o óleo. Muitas importam a base ou o pacote de aditivos e fazem a mistura localmente.
- O óleo usado nunca deve ir para o esgoto ou para a terra. A lei manda que o posto ou a oficina entregue tudo para o rerrefino.
Existe uma melhor marca de lubrificante?
A resposta direta para quem busca a melhor marca de lubrificante é não. Não existe uma marca que seja superior em tudo para todos os motores. O que existe é o produto certo para a exigência do seu projeto. Um motor antigo de projeto simples roda bem com um óleo mineral de norma API SL. Um motor moderno, com injeção direta e turbo, exige bases sintéticas e normas recentes, como a API SP ou SQ, para proteger o motor.

A regra de ouro é ler o manual do proprietário. O fabricante do veículo testou o motor com uma especificação exata de viscosidade e pacote de aditivos. Se a marca A ou a marca B entrega essa especificação com registro ativo na ANP, as duas servem.
As 10 marcas de lubrificantes lado a lado
Para entender o mercado, o Guia do Auto analisou os dados abertos de registro da ANP de outubro de 2026. O foco foi nos óleos para motor de carro de passeio, do ciclo Otto: gasolina, etanol, flex e GNV. A lista abaixo não é um ranking de qualidade nem de vendas, mas um retrato do tamanho do catálogo ativo de dez marcas de lubrificantes conhecidas no país.
As 10 marcas no registro da ANP
óleos de motor de carro (gasolina, etanol e flex) com registro ativo; não é ranking
Fonte: ANP, dados abertos do Registro de Óleos e Graxas Lubrificantes (registros ativos em 12/10/2026); cálculo do Guia do Auto. Produto = número de registro + grau SAE. Mais produtos não quer dizer óleo melhor: é só o tamanho do catálogo registrado. Sócios da Iconic: relatório 20-F da Ultrapar; contrato Mobil: prospecto da Moove na SEC.
O número de produtos registrados mostra a estratégia de cada empresa. Algumas têm catálogos enxutos, com cerca de 30 óleos de carro registrados. Outras, como a Motul (86) e a Petronas (82), mantêm mais que o dobro disso. Catálogo maior não quer dizer óleo melhor: quer dizer mais combinações de viscosidade, base e norma.
No gráfico abaixo, a divisão do catálogo de cada marca entre óleo mineral, semissintético e sintético. A primeira linha soma todas as empresas com óleo de carro registrado.
Mineral, semissintético ou sintético: o catálogo de cada marca
% dos produtos registrados de cada base
- Mineral
- Semissintético
- Sintético
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, 12/10/2026); cálculo do Guia do Auto. 'Todas as marcas' inclui as 240 empresas com óleo de motor ciclo Otto registrado. Pela Resolução ANP 804/2019, semissintético tem pelo menos 10% de base sintética.
Que viscosidade cada marca oferece
número de produtos registrados em cada grau SAE
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, 12/10/2026); cálculo do Guia do Auto. 'Outros' reúne 0W-16, 0W-30, 5W-20, 10W-30, 15W-50, 25W-60 e demais. Use sempre o grau do manual do carro.
A viscosidade acompanha a modernização da frota. O 15W-40 e o 20W-50, usados em motores mais antigos, ainda aparecem em boa parte dos registros. Os graus mais finos, como 5W-30 e 0W-20, pedidos por muitos motores atuais, estão nos catálogos de todas as marcas da lista, em quantidades diferentes.
Lubrax
A Lubrax é a marca da Vibra Energia e tem produção nacional. O catálogo ativo na ANP tem 58 produtos para carros, cobrindo desde a frota antiga até os motores turbo mais recentes.
Lubrax: as linhas para carro
da base mineral à sintética; Vibra Energia, fabricação nacional
- Essencial
- Mineral (2 versões semissintéticas). 25W-50, 20W-50, 15W-40, 10W-40 e 10W-30. API SL, SM e SN
- Tecno
- Semissintético. 15W-40, 10W-40, 10W-30 e 5W-30. API SL e SN
- Valora
- Sintético. 0W-20, 0W-30, 5W-20, 5W-30 e 5W-40. API SN, SP e SQ
- Supera
- Sintético. 0W-20, 0W-30, 5W-20, 5W-30 e 5W-40. API SN, SP e SQ; versões com dexos1 Gen 3 e VW 508 00
- Produtos no registro
- 58, todos nacionais
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
A linha começa com a família Essencial, de base mineral, passa pela Tecno, semissintética, e chega às linhas Valora e Supera, totalmente sintéticas. A linha Supera, por exemplo, inclui produtos que declaram atender às normas API SP e SQ, além de aprovações de montadoras como Volkswagen, GM e Ford. Mais da metade do catálogo da marca cita alguma norma de montadora.
Ipiranga
Os óleos Ipiranga e Havoline são produzidos pela Iconic Lubrificantes, uma joint venture formada pela Ipiranga e pela Chevron, operando desde o fim de 2017. Toda a produção da Ipiranga registrada para carros de passeio é nacional. O catálogo é mais enxuto, com 30 produtos ativos na ANP.
Ipiranga: as linhas para carro
família F1 Master; Iconic Lubrificantes, fabricação nacional
- F1 Master Protection
- Mineral. 25W-60, 20W-50 e 15W-40
- F1 Master Performance
- Semissintético (algumas versões minerais). 15W-50, 10W-40, 10W-30 e 5W-30
- F1 Master Sintético
- Sintético. 0W-20, 0W-30, 5W-30, 5W-40 e 10W-40. API SN, SP e SQ; versões ACEA C2 e C3
- Produtos no registro
- 30, todos nacionais
- Empresa
- Iconic, joint venture de Ipiranga (56%) e Chevron (44%), em operação desde 1º/12/2017
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026); Ultrapar, relatório 20-F 2018 (sociedade da Iconic). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
A família principal para carros é a F1 Master. Ela se divide em Protection, de base mineral para viscosidades como 15W-40 e 20W-50, Performance, semissintética e comum em 10W-40 e 5W-30, e Sintético, como os 0W-20 e 5W-30 mais modernos. Cerca de 40% dos produtos Ipiranga registrados declaram atender às normas recentes API SP, SQ ou ILSAC GF-6 e GF-7.
Mobil
A Mobil no Brasil é operada pela Cosan Lubrificantes, por meio da Moove, que assumiu os ativos da ExxonMobil no país em 2008. A maior parte dos 64 produtos para carros registrados na ANP tem fabricação nacional, com alguns itens importados dos Estados Unidos.
Mobil: as linhas para carro
Super 1000, 2000, 3000 e Mobil 1; Cosan Lubrificantes (Moove)
- Super 1000
- Mineral. 20W-50, 15W-40 e 5W-20. API SJ a SN
- Super 2000
- Semissintético (quase todas as versões). 15W-40, 10W-40 e 5W-30. Versões até API SP e SQ
- Super 3000
- Sintético. 0W-20, 0W-30, 5W-20, 5W-30 e 5W-40. Versões até API SQ e ILSAC GF-7A; Formula D1 com dexos1 Gen 3
- Mobil 1
- Sintético. 0W-20 a 5W-50. Versões com ACEA C2/C3 e normas Mercedes, VW, BMW e Porsche
- Produtos no registro
- 64: 55 nacionais e 9 importados da ExxonMobil (EUA)
- Empresa
- Moove (Cosan) desde 2008, com contrato da ExxonMobil para fazer e vender Mobil no Brasil
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026); Moove, prospecto F-1/A na SEC; ficha técnica Mobil Super 3000 Formula D1 (mobil.com). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
A linha Super é a porta de entrada: Super 1000 mineral, Super 2000 semissintético e Super 3000 sintético. No topo, a linha Mobil 1 oferece bases totalmente sintéticas avançadas. A ExxonMobil avisa que o Mobil 1 é compatível com óleos minerais e semissintéticos, mas a mistura reduz o desempenho do produto. Quase 72% do catálogo da Mobil cita normas específicas de montadoras, o maior índice entre as marcas analisadas.
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Mineral × sintético da mesma marca
duas fichas técnicas da Mobil, valores típicos
×
O sintético muda menos de espessura com o calor e escoa em frio mais intenso. Mas só serve se o grau e a norma forem os que o manual pede.
Fonte: Mobil (Moove), fichas técnicas no mobil.com Brasil: Mobil Super 1000 20W-50 e série Mobil Super 3000 Formula D1. Base mineral e sintética conforme o registro na ANP. Valores típicos, não garantidos.
A comparação acima, com dados típicos da própria fabricante, mostra como a base sintética suporta o frio extremo e flui melhor na partida, além de entregar um pacote de aditivos mais moderno, com API SQ contra API SL.
Shell
A marca Shell Helix é registrada no Brasil pela Raízen. Dos 41 produtos para ciclo Otto ativos na ANP, a grande maioria é misturada no país, com alguns itens importados. O foco do catálogo atual é claro: mais de 75% dos registros são de óleos sintéticos, acompanhando a exigência dos motores modernos.
Shell: as linhas para carro
família Helix; Raízen
- Helix HX3
- Mineral. 20W-50 e 25W-60. API SL
- Helix HX6
- Semissintético. 15W-40. API SL e SN
- Helix HX7
- Semissintético (1 mineral). 10W-30 e 10W-40. API SN e SP
- Helix HX8
- Sintético (1 semissintético). 0W-20, 5W-30 e 5W-40. API SL, SN e SP
- Helix Ultra
- Sintético (quase todas as versões). 0W-20, 0W-30, 5W-20, 5W-30 e 5W-40. API SL a SQ; versões com dexos1 Gen 3
- Produtos no registro
- 41: 37 nacionais e 4 importados
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
A família Helix usa números para separar as bases. O HX3 é mineral, focado em carros antigos. HX6 e HX7 são semissintéticos. A linha HX8 e a topo de linha Ultra são totalmente sintéticas, cobrindo viscosidades finas como 0W-20 e atendendo a normas rigorosas. Se você tem dúvidas sobre as bases, o guia óleo sintético ou mineral: o que diz o rótulo explica o que muda na prática.
TotalEnergies
A TotalEnergies, de origem francesa e dona da marca Quartz, atua no Brasil com produção local e alguns produtos importados. O catálogo para carros de passeio soma 37 registros ativos.
TotalEnergies: as linhas para carro
Quartz, Evolution e Classic; TotalEnergies Marketing Services Brasil
- Classic
- Mineral e sintético. 20W-50, 10W-40 e 5W-30. API SL e SN
- Quartz 7000
- Semissintético (quase todas). 15W-50, 15W-40, 10W-40 e 10W-30. API SL, SN e SP
- Quartz 9000
- Sintético. 0W-20, 5W-30 e 5W-40. API SM a SQ; versões com dexos1 Gen 3
- Quartz Ineo
- Sintético. 0W-20, 0W-30 e 5W-30. API SN
- Evolution
- Mineral, semissintético e sintético. 0W-16 a 20W-50. API SL a SQ
- Produtos no registro
- 37: 31 nacionais e 6 importados
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
As linhas se dividem em Classic, com opções minerais e sintéticas, Evolution e Quartz. A família Quartz 9000 e Ineo concentra os sintéticos de alto desempenho, incluindo produtos com API SQ e ILSAC GF-7A. Cerca de 73% dos produtos da marca registrados na ANP usam base sintética.
Castrol
A Castrol Brasil mantém 50 produtos ativos para carros na ANP. A produção mistura fabricação nacional e importação de países como Alemanha e Bélgica.
Castrol: as linhas para carro
GTX, Magnatec e Edge; Castrol Brasil
- GTX
- Mineral e semissintético (1 sintético). 25W-60, 20W-50, 15W-40, 10W-40, 5W-30 e 0W-20. API SL, SN e SP
- Magnatec
- Semissintético e sintético. 0W-20 a 15W-40. API SL a SQ; versões com dexos1 Gen 3
- Edge
- Sintético (quase todas). 0W-20, 0W-30, 5W-20, 5W-30 e 10W-60. Versão 5W-30 LL com API SQ
- Produtos no registro
- 50: 36 nacionais e 14 importados (bp e Castrol na Europa)
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
O portfólio tem três pilares. A linha GTX atende a demanda por minerais e semissintéticos de custo menor. A linha Magnatec oferece semissintéticos e sintéticos. No topo, a linha Edge reúne os sintéticos da marca.
Petronas
A Petronas Lubrificantes Brasil produz todos os seus 82 óleos de carro registrados no país.
Petronas: as linhas para carro
Selenia e Syntium; Petronas Lubrificantes Brasil, fabricação nacional
- Selenia
- Sintético na maioria, com versões semissintéticas e minerais. 0W-20 a 15W-40. API SL a SQ; versões com norma Fiat/Stellantis 9.55535
- Syntium
- Sintético na maioria, com versões semissintéticas e minerais. 0W-16 a 20W-50. API SL a SQ; versões com dexos (3ª geração)
- Produtos no registro
- 82, todos nacionais
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
A linha Selenia tem opções minerais, semissintéticas e sintéticas. A linha Syntium concentra sintéticos, como os 0W-20 com API SP e SQ. Mais de 70% do catálogo da Petronas é sintético.
Valvoline
A Valvoline é registrada no Brasil pela Usiquímica. O catálogo de 65 produtos para carros tem uma divisão equilibrada entre produção nacional e importação dos Estados Unidos.
Valvoline: as linhas para carro
Usiquímica do Brasil
- Competition
- Mineral e semissintético. 20W-50, 15W-40, 10W-40, 10W-30, 5W-30 e 5W-40. API SL
- Max-Life e Durablend
- Semissintético. 5W-20 a 20W-50. API SM e SN
- Premium
- Sintético na maioria (3 minerais). 0W-20 a 20W-50. API SL a SQ
- Advanced e SynPower
- Sintético. 0W-20 a 5W-40. API SL a SP; Advanced com dexos1 Gen 3
- Full Synthetic Advanced API SQ
- Sintético. 0W-20, 5W-20 e 5W-30. API SQ
- Produtos no registro
- 65: 27 nacionais e 38 importados da Valvoline (EUA)
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
As linhas incluem a Competition e a Max-Life, semissintéticas, e a Premium e a Advanced, sintéticas. Um detalhe do catálogo da Valvoline na ANP é a forte presença de bases semissintéticas, que respondem por quase 40% dos registros, e uma parcela menor, de 18,5%, de produtos declarando as normas mais recentes API SP, SQ ou ILSAC GF-6 e GF-7, em comparação com as concorrentes.
Motul
A Motul Brasil tem o maior número de registros ativos para carros entre as marcas analisadas: 86 produtos. A esmagadora maioria é importada, principalmente da França e da Itália.
Motul: as linhas para carro
2100 a 8100 e Specific; Motul Brasil
- 2100
- Mineral e semissintético. 15W-50, 15W-40 e 10W-30. API SL e SN
- 4100
- Semissintético (1 mineral). 15W-50, 15W-40 e 10W-40. API SL, SN e SP
- 6100
- Semissintético e sintético (1 mineral). 0W-20, 5W-20, 5W-30 e 5W-40. API SL, SN e SP
- 8100
- Sintético. 0W-20 a 10W-60. API SL a SQ
- Specific
- Sintético, feito para a norma de uma montadora: ex. VW 504 00/507 00, PSA B71 2312, Renault RN0720
- Produtos no registro
- 86: 11 nacionais e 75 importados (França e Itália)
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
A nomenclatura usa números: 2100 e 4100 semissintéticos, 6100 tecnossintéticos e 8100 totalmente sintéticos. O destaque é a linha Specific, criada para atender exclusivamente a normas rigorosas de montadoras específicas, como a VW 504 00 / 507 00 ou a PSA B71 2312. No total, 66,3% do catálogo da Motul cita normas de fabricantes.
Liqui Moly
A Liqui Moly é trazida ao Brasil pela Distribuidora Sextante. Todos os 33 produtos para carros registrados na ANP são importados da Alemanha. É a marca com o maior percentual de óleos sintéticos no catálogo, com 84,8%, e a maior proporção de produtos com as normas recentes API SP, SQ ou ILSAC GF-6 e GF-7, chegando a 42,4%.
Liqui Moly: as linhas para carro
importada da Alemanha pela Distribuidora Sextante
- MoS2 Leichtlauf
- Mineral e semissintético. 20W-50 e 10W-40. API SL
- Molygen New Generation
- Sintético (1 mineral). 5W-20, 5W-30, 5W-40 e 10W-30. API SN, SP e SQ
- Top Tec
- Sintético. 0W-20, 0W-30, 0W-40, 5W-30 e 5W-40. API SN e SP; versões ACEA C e normas Mercedes, BMW, VW
- Special Tec
- Sintético. 0W-16, 0W-20, 0W-30, 5W-30 e 5W-40. API SL a SQ; ILSAC GF-6A/GF-6B em versões
- Produtos no registro
- 33, todos importados da Liqui Moly GmbH (Alemanha)
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, registros ativos de óleo de motor ciclo Otto em 12/10/2026). Base, viscosidades e normas são as declaradas no registro; confira no rótulo a norma que o manual do seu carro pede.
As linhas incluem a MoS2 Leichtlauf, com bissulfeto de molibdênio, Molygen, Top Tec e Special Tec.
O que garante a qualidade: normas API, ILSAC e ACEA
A viscosidade diz como o óleo flui, mas são as normas que dizem o quanto ele protege. A Resolução ANP nº 804/2019 exige que todo óleo de motor vendido no Brasil tenha registro prévio e atenda a um nível mínimo de desempenho. Para carros de passeio, o piso atual é a norma API SL ou a ACEA vigente.
Categorias API para motor a gasolina e flex
da mais nova para a mais antiga; a mais nova cobre as anteriores
- SQmais nova, desde 31/03/2025
- SPdesde maio de 2020
- SNmotores até 2020
- SMmotores até 2010
- SLmotores até 2004mínimo no Brasil
- SJmotores até 2001
Fonte: API, Oil Categories; comunicado da API de 14/01/2025 (primeiro licenciamento do API SQ); ANP, Resolução 804/2019, art. 14 (nível mínimo API SL para registro no Brasil). SJ é vigente na API, mas não pode ser registrado no Brasil para carro.
A API, Instituto Americano do Petróleo, atualiza suas normas para acompanhar os motores. A API SP, lançada em maio de 2020, trouxe proteção contra a pré-ignição em baixa rotação, a LSPI, um problema sério em motores pequenos com turbo, e contra o desgaste da corrente de comando. Em 2025, a API introduziu a norma SQ, ainda mais rigorosa. A regra da API é de retrocompatibilidade: um óleo API SP pode ser usado num motor que pedia API SN ou SL.
A ILSAC trabalha junto com a API, focando em economia de combustível. O padrão ILSAC GF-6A caminha junto com o API SP. A partir de 31 de março de 2026, os óleos que atendem só ao ILSAC GF-6A deixam de poder exibir o selo Starburst da API. Já a ACEA é a associação europeia. Ela divide os óleos em categorias como A/B, de alta emissão de cinzas, e C, de baixa emissão de cinzas, obrigatórios em carros com filtro de partículas. Entender essas letras evita prejuízos, como mostra o guia sobre normas do óleo API e ACEA: 4 erros no rótulo.
Homologação da montadora: quando a marca do carro manda
Além das normas gerais, muitas montadoras criam seus próprios testes. A GM tem a norma dexos1, a Ford tem a linha WSS, a Volkswagen tem a 508.00, a Mercedes tem a MB 229.52, entre outras. Quando o manual do seu carro exige uma norma específica, a marca de lubrificante escolhida precisa declarar na embalagem que atende ou é aprovada por aquela norma.
Normas novas e homologações em cada catálogo
% dos produtos registrados de cada marca
- API SP/SQ ou ILSAC GF-6/GF-7
- Cita norma de montadora
Lubrax
Ipiranga
Mobil
Shell
TotalEnergies
Castrol
Petronas
Valvoline
Motul
Liqui Moly
Fonte: ANP, registro de lubrificantes (dados abertos, 12/10/2026); cálculo do Guia do Auto pelo campo de nível de desempenho (ND). Norma de montadora = cita GM/dexos, VW, Mercedes, Ford, Stellantis/Fiat/PSA/Chrysler, Renault, BMW, Porsche, JLR, Honda, Volvo, Toyota, Nissan, Hyundai/Kia ou Opel; o registro nem sempre separa 'aprovado' de 'atende'. Percentual maior não é óleo melhor: o certo é o que o manual pede.
O gráfico mostra que as marcas de lubrificantes adaptam seus catálogos para cobrir essas exigências. A Mobil, por exemplo, tem mais de 70% de seus produtos citando normas de montadoras. Ignorar a norma da montadora e olhar só para a viscosidade é um erro comum. Colocar um 5W-30 comum num motor que exige um 5W-30 norma ACEA C3 pode prejudicar o catalisador e o filtro de partículas, que pedem óleo com baixo teor de cinzas. Para não errar na grossura, confira o guia 5W30 ou 10W40: qual óleo usar no seu motor.
O que a ANP encontra nas prateleiras
O Programa de Monitoramento dos Lubrificantes, o PML da ANP, compra amostras em postos, oficinas e supermercados de todo o país para testar em laboratório. O objetivo é tirar do mercado o que pode fundir o seu motor. A boa notícia é que a qualidade geral melhorou muito na última década.
Amostras reprovadas no monitoramento da ANP, por ano
% de óleos de motor comprados no varejo com ao menos uma falha de registro ou de qualidade
- 201728,5%
- 201825,6%
- 201921,2%
- 202018,3%
- 202113,2%
- 202215,1%
- 202314,7%
- 202417,6%
- 202513,8%
- 202614,4%
Fonte: ANP, Programa de Monitoramento dos Lubrificantes (PML), dados abertos; cálculo do Guia do Auto pelo ano do boletim (13.726 amostras de 2016 a 2026). 2026 = 1º boletim, publicado em maio, com 341 amostras (14,4%, o mesmo valor do boletim). A coleta evita repetir marcas, então o índice não é a média do que se vende.
No primeiro boletim de 2026, a ANP analisou 341 amostras de 62 empresas diferentes. O resultado mostrou que 85,6% dos óleos estavam totalmente conformes. As falhas se concentraram em uma minoria, mas o estrago que essa minoria faz é grande.
Óleos reprovados no último boletim da ANP
341 amostras compradas no varejo, boletim de maio de 2026
De cada 100 amostras de óleo de motor que a ANP comprou no varejo, cerca de 14 tinham ao menos uma falha de registro ou de qualidade.
Fonte: ANP, Boletim do Programa de Monitoramento de Lubrificantes, 1º de 2026: 49 de 341 amostras não conformes (14,4%).
O maior problema encontrado nas amostras reprovadas entre 2023 e 2025 foi a aditivação fora de especificação, presente em 40% das falhas. A ANP avisa que a sublubrificação diminui a vida útil do motor e causa prejuízo pesado. O segundo maior problema foi a venda de produtos sem registro na agência, o que é ilegal.
Óleo falsificado e irregular: como fugir
O óleo falsificado é um risco real. Em 2022, por exemplo, o Procon Goiás e a ANP apreenderam óleo sem registro ativo, com suspeita de produto usado reaproveitado e vendido como novo. Por isso, desconfie de qualquer frasco sem as informações obrigatórias.
Sinais de óleo irregular
o que ver no rótulo e na consulta da ANP
-
Rótulo sem número de registro na ANP
Óleo de motor só pode ser vendido com registro prévio na ANP, e o número tem de estar no rótulo. Não compre.
Pare logo
-
Número de registro que não aparece na consulta da ANP
Registro inventado: em 2025, Decon-CE e ANP apreenderam óleo com número de registro inexistente no sistema da agência.
Pare logo
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Registro que aparece como inativo
Em 2022, Procon Goiás e ANP apreenderam óleo sem registro ativo, com suspeita de produto reaproveitado.
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Marca na lista de reprovados do boletim da ANP
A ANP publica os produtos sem registro e os reprovados nos boletins do PML e diz que os sem registro não devem ser comprados.
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Rótulo sem norma (API, ILSAC ou ACEA) ou sem texto em português
A Resolução 804 exige rótulo em português, com natureza, grau SAE, nível de desempenho e validade.
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Óleo de carro abaixo de API SL
É o nível mínimo para registro no Brasil. Abaixo disso, não serve para carro atual.
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Fonte: ANP, Resolução 804/2019 (arts. 2º, 12 e 14) e Boletim PML 2026; MPCE/Decon-CE (05/09/2025); Procon Goiás (07/10/2022). Consulta de registros: CDP da ANP.
A defesa do consumidor começa no rótulo. A Resolução 804/2019 obriga que a embalagem traga, em português, a viscosidade SAE, o nível de desempenho, o número de registro na ANP, a validade e a frase mandando seguir o manual do veículo. Qualquer pessoa pode entrar no site da ANP, na Consulta de Dados Públicos, e digitar o número do registro para ver se ele é verdadeiro e está ativo. Os produtos reprovados e os sem registro aparecem nos boletins públicos do monitoramento da ANP.
Mitos e verdades sobre marcas de lubrificantes
O balcão da oficina é cheio de regras inventadas que só fazem você gastar mais ou colocar o motor em risco. A engenharia dos fabricantes e as normas da API desmentem a maioria delas.
Mito ou verdade: marca de óleo
o que dizem a ANP, a API e os fabricantes
- Mito“Marca cara é sempre melhor”
A ANP manda todo rótulo trazer o aviso "Siga as recomendações do fabricante do veículo". O que protege o motor é a viscosidade e a norma do manual, e toda marca grande tem linhas minerais e sintéticas.
- Verdade“Óleo API SP serve onde o manual pede SN”
Segundo a API, a categoria mais nova inclui o desempenho das anteriores. O contrário não vale: SN não substitui SP.
- Mito“Mesma viscosidade, mesmo óleo”
Segundo a TotalEnergies, dois óleos 5W-30 podem ter propriedades diferentes e atender normas de montadora diferentes. Confira a norma, não só o número.
- Depende“Pode misturar marcas”
A Mobil diz que seu sintético é compatível com outros óleos, mas a mistura reduz o desempenho. O manual do Onix 2026 manda nunca misturar qualidades diferentes. Para completar, use óleo com a mesma especificação.
- Mito“Sintético não precisa trocar”
O manual do Onix 2026, que usa óleo sintético dexos1, manda trocar a cada 10.000 km ou 1 ano. A Mobil também manda seguir o manual.
- Mito“Aditivo extra melhora o óleo”
A ExxonMobil não recomenda suplementos e diz que óleo certificado dispensa aditivos extras. O manual do Onix 2026 manda não adicionar nenhum produto ao óleo.
Fonte: ANP, Resolução 804/2019; API, Oil Categories; TotalEnergies; Mobil 1 FAQs (ExxonMobil); Chevrolet, manual do Onix e Onix Plus 2026.
Um mito clássico é o do aditivo extra. A ExxonMobil, fabricante do Mobil 1, é clara: óleos certificados dispensam aditivos suplementares. O pacote químico do óleo já vem balanceado da fábrica. Colocar um aditivo por conta própria pode anular a ação dos detergentes e dispersantes originais. Outro erro é achar que óleo sintético dura para sempre. O limite de quilometragem e de tempo quem dita é o manual do carro, não a base do óleo. Veja mais em quando trocar o óleo do motor.
Como escolher o óleo certo, passo a passo
Esqueça a propaganda e a cor da embalagem. A escolha da melhor marca de óleo para motor passa por três informações que estão no manual do seu carro.
- Abra o manual do proprietário: vá na seção de manutenção ou especificações técnicas. Lá está a receita exata que a engenharia aprovou para o seu motor.
- Anote a viscosidade SAE: procure números como 5W-30, 0W-20 ou 15W-40. Essa é a fluidez que a bomba de óleo consegue empurrar a frio e a quente.
- Anote a norma de desempenho: veja se o manual pede API, ACEA ou uma norma própria da montadora, como VW 508.00 ou dexos1 Gen 3.
- Vá à prateleira: pegue as marcas de lubrificantes disponíveis e vire o frasco. O rótulo traseiro precisa ter a viscosidade e a norma exatas que você anotou.
- Confira o registro: veja se o número da ANP está impresso. Na dúvida, consulte no celular pelo site da agência.
Se a marca A e a marca B cumprem todos os requisitos do seu manual e têm registro ativo, a escolha vira uma questão de preço e confiança na oficina que está vendendo.
Descarte: o caminho do óleo usado
O óleo que sai do seu cárter é um resíduo perigoso. A Resolução CONAMA 362/2005 proíbe jogar óleo usado no solo, no esgoto ou na água. Ele também não pode ser queimado. A lei manda que todo o óleo lubrificante usado seja destinado à reciclagem por meio do rerrefino.

Quando você troca o óleo, o posto ou a oficina tem a obrigação legal de guardar o óleo velho e entregá-lo a um coletor autorizado. As embalagens plásticas também têm destino certo. Segundo o Instituto Jogue Limpo, o sistema de logística reversa recolheu quase 6 mil toneladas de frascos plásticos em 2023, mandando 95% desse material para reciclagem. Fazer a troca em local regular garante que o seu óleo velho não contamine o lençol freático.
O que muda para você
Conhecer o mercado de marcas de lubrificantes tira você da mão da indicação cega e coloca o controle da manutenção no manual do seu carro. Você para de pagar mais caro por um rótulo bonito e passa a pagar pela norma que protege o motor.
Dono de carro
A viscosidade e a norma do manual são a lei. Qualquer marca registrada na ANP que entregue esses dois pontos serve para o seu motor.
No bolso
Comprar óleo sem registro ou falsificado parece economia, mas, segundo a ANP, a sublubrificação diminui a vida útil do motor e pode causar danos sérios.
Na oficina
Exija ver o frasco lacrado antes da troca. Confira o número da ANP e a norma API ou ACEA no contrarrótulo. Oficina séria trabalha com marcas rastreáveis e destina o óleo usado para o rerrefino.
O cuidado com a lubrificação é o seguro de vida do motor. Para entender o sistema completo, desde o pescador no cárter até a pressão na bomba, acesse o guia completo de lubrificantes automotivos: tipos e cuidados. Qual foi a última vez que você conferiu a norma API no frasco antes de autorizar a troca?
Continue no assunto
outros guias desta área
- Guia principalLubrificantes automotivos: guia e cuidados
- GuiaNormas do óleo API e ACEA: 4 erros no rótulo
- GuiaÓleo sintético ou mineral: o que diz o rótulo
- Guia5W30 ou 10W40: qual óleo usar no seu motor
- GuiaQuando trocar o óleo do motor: km ou tempo?
Perguntas frequentes
Qual a melhor marca de lubrificante?
Não existe uma marca única que seja a melhor para todos os carros. A melhor marca é aquela que tem registro ativo na ANP e entrega exatamente a viscosidade SAE e a norma de desempenho exigidas no manual do seu veículo.
Quais são as principais marcas de lubrificantes no Brasil?
O mercado brasileiro tem centenas de empresas, mas marcas como Lubrax, Ipiranga, Mobil, Shell, Castrol, Petronas, TotalEnergies, Valvoline, Motul e Liqui Moly concentram grande parte dos registros ativos para carros de passeio na ANP.
Como saber se a marca de lubrificante automotivo é boa?
O selo de garantia no Brasil é o registro da ANP. A embalagem deve trazer o número de registro, a viscosidade e o nível de desempenho. Você pode consultar o número no site da ANP para confirmar se o produto está regular e atende aos testes de qualidade.
Existe uma melhor marca de óleo para motor com alta quilometragem?
Muitas marcas oferecem linhas específicas para alta quilometragem, que trazem aditivos para condicionar retentores. No entanto, o mais importante é manter a viscosidade e a norma do manual, e só engrossar o óleo se houver folga excessiva diagnosticada por um mecânico.
Quais são as marcas famosas de troca de óleo?
Nos postos e oficinas, as marcas ligadas a distribuidoras de combustível, como Lubrax, Ipiranga e Shell, e gigantes globais, como Mobil, Castrol e Petronas, são as mais famosas e fáceis de encontrar. Marcas como Motul e Liqui Moly são famosas em oficinas especializadas e de alta performance.
Onde encontro a lista da ANP de lubrificantes reprovados?
A ANP publica a lista de produtos sem registro e reprovados nos boletins do Programa de Monitoramento dos Lubrificantes, o PML, disponíveis em PDF na página de centrais de conteúdo do site gov.br/anp. Produtos sem registro não devem ser comprados.
Fontes deste guia
além do conteúdo do Guia do Auto
- ANP Programa de Monitoramento dos Lubrificantes (PML): boletins e dados abertosBoletim PML nº 1 de 2026 (PDF) ↗dados abertos do PML ↗planilha do PML (CSV) ↗4º boletim de 2011 (PDF) ↗
- ANP registro de óleos lubrificantes e consulta públicadados abertos do registro ↗planilha de registros (CSV) ↗Consulta de Dados Públicos (CDP) ↗
- ANP Resolução nº 804/2019: registro, rótulo e nível mínimotexto da resolução ↗
- API categorias API e ILSAC; API SQ e GF-7API Oil Categories ↗Infineum, ILSAC GF-7 ready ↗
- ACEA sequências de óleo 2023ACEA Oil Sequences 2023 (PDF) ↗
- CONAMA Resolução 362/2005: óleo usado e rerrefinotexto da resolução (ANP) ↗
- Instituto Jogue Limpo logística reversa das embalagens de lubrificanteRelatório 2023 (SINIR) ↗
- Ultrapar, Cosan e Moove donos da Iconic e da licença Mobil no BrasilUltrapar, Form 20-F 2018 (SEC) ↗Moove, prospecto F-1/A (SEC) ↗Cosan, Moove ↗
- Procon Goiás orientação sobre registro ANP no rótuloProcon Goiás ↗
- Mobil (Moove) fichas técnicas e perguntas frequentesMobil Super 1000 20W-50 ↗Mobil Super 3000 Formula D1 ↗Mobil 1 FAQs ↗
- MPCE / Decon-CE apreensão de óleo com registro ANP inexistente (2025)notícia do MPCE ↗
- Chevrolet aditivos, mistura e troca do óleo (exemplo de manual)Manual do Onix e Onix Plus 2026 ↗
- TotalEnergies mesmo grau, normas diferentesThicker oil for an old engine? ↗
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