motor do carro – Guia do Auto https://guiadoauto.com.br Portal de notícias automotivas, glossário técnico, dicas e análises para motoristas brasileiros. Tue, 16 Dec 2025 13:52:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://guiadoauto.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-favicon_alfa-32x32.png motor do carro – Guia do Auto https://guiadoauto.com.br 32 32 Correia dentada ou corrente de comando: qual pode destruir seu motor em segundos, qual dura a vida toda, quanto pesa no bolso e o que realmente vale para seu uso https://guiadoauto.com.br/correia-ou-corrente-comando-motor/ Tue, 16 Dec 2025 13:52:34 +0000 https://guiadoauto.com.br/?p=81009 Correia dentada ou corrente de comando: o choque em segundos que virou alerta

Um vídeo viral mostrou um motor parando de repente por causa de sincronismo quebrado e reacendeu a dúvida mais comum entre motoristas: correia dentada ou corrente de comando — qual traz mais risco, quais custos e o que evitar na compra.

Isso importa porque o elemento que sincroniza virabrequim e comando de válvulas pode transformar uma revisão prevista em um rombo no orçamento, ou, ao contrário, em anos de uso sem intervenção.

Quem dirige carros novos, usados, frotas ou serviços de oficina precisa saber diferenciar sinais, prazos e custos, segundo dados de fabricantes e relatos de oficinas especializadas.

Correia dentada ou corrente de comando: como funcionam e por que a escolha muda tudo

Tanto a correia dentada quanto a corrente de comando fazem a mesma função: manter pistões e válvulas em sincronia. A diferença está no material e onde trabalham dentro do motor.

A correia dentada é de borracha reforçada com fibras, leve e silenciosa, mas sujeita a envelhecimento por tempo, calor e contaminação. Por isso tem prazo de troca programada.

A corrente de comando é de aço, banhada pelo óleo do motor e, normalmente, mais durável. Quando falha, o problema costuma evoluir por desgaste e dar sinais antes do colapso.

Qual implica maior risco imediato? A correia, porque pode romper de forma súbita; a corrente tende a avisar com ruído e perda de desempenho.

Mini-análise: para motores com alta demanda, como veículos de aplicativo e estradas, a cadeia metálica reduz a chance de quebra repentina e interrupção do serviço.

Durabilidade e custo: número por número

Na prática, a troca da correia dentada costuma vir entre 60.000 e 100.000 km, variando por projeto e recomendações do fabricante. Ignorar esse intervalo é arriscado.

A corrente de comando frequentemente ultrapassa 200.000 km e pode acompanhar a vida útil do motor. Quando dá problema, o reparo é mais invasivo e caro.

Em termos financeiros, a correia é mais barata de fabricar e de substituir, mas exige trocas periódicas. A corrente reduz frequência de gastos, mas aumenta o custo pontual de intervenção.

Quer economia imediata ou tranquilidade a longo prazo? Essa é a pergunta central para escolher entre os sistemas.

Mini-análise: se você faz baixa quilometragem anual, pode preferir a correia por custo inicial; se roda muito, a corrente tende a ser mais econômica ao longo de anos.

Item Correia dentada
Intervalo típico 60.000-100.000 km
Custo de peça e mão de obra Mais baixo por intervenção
Risco de dano catastrófico Alto se romper
Sinais prévios Pouco aviso
Item Corrente de comando
Intervalo típico Acima de 200.000 km (muitas vezes vida útil)
Custo de peça e mão de obra Mais alto em eventual reparo
Risco de dano catastrófico Menor, costuma avisar
Sinais prévios Ruído metálico, folga, falhas

Sinais de falha, inspeção e manutenção preventiva

Um ponto prático: a correia pode romper sem pré-aviso audível, por isso a troca programada é a principal defesa. Não confie só na sensação de rodar normal.

A corrente tende a apresentar sintomas antes de falhar: ruído metálico na partida, trancos, perda de performance e códigos de falha no motor. Esses sinais permitem agir.

Inspecionar o histórico de manutenção, conferir troca de componentes correlatos e revisar o estado do óleo ajuda a reduzir risco, especialmente em motores com corrente lubrificada.

Quais sinais você observa no seu carro? Barulho novo, perda de força ou troca brusca de marcha são motivos para levar à oficina imediatamente.

  • Sinais típicos de correia: vibração incomum, bordas rachadas (se visível), e tempo/quilometragem vencidos.
  • Sinais típicos de corrente: ruído metálico, luz de injeção acesa, troca irregular de marcha e consumo aumento de óleo.

Decisão prática: como escolher segundo seu perfil de uso

Se você dirige principalmente em cidade, com baixa quilometragem anual e busca componentes mais baratos na manutenção, a correia dentada pode atender, desde que a troca seja feita no prazo.

Para quem roda muito, faz viagens longas ou depende do carro para trabalho, a corrente tende a ser opção mais segura e menos exigente em revisões frequentes.

Na compra de um usado, o motor com corrente reduz risco imediato de quebra, mas ainda exige verificação de ruídos e troca regular de óleo para evitar desgaste acelerado.

Você costuma seguir o manual do fabricante e levar o carro à mesma oficina? Esse hábito reduz muito o risco associado a qualquer sistema.

  • Checklist rápido: verificar histórico de trocas, ouvir ruídos, checar nível e cor do óleo e confirmar recomendações do manual.
  • Se for trocar correia, avalie trocar conjunto: correia, tensores, esticadores e bomba d’água quando recomendado.

Quanto pesa no bolso hoje? Uma troca prevista de correia pode custar menos e ser parcelável; um reparo de corrente pode ultrapassar o custo de várias trocas de correia juntas.

Mas não esqueça: economia de curto prazo pode virar prejuízo se uma correia rompida provocar retífica de cabeçote ou substituição de outras peças internas.

Ao optar, leve em conta disciplina de manutenção, tipo de uso e tolerância a risco. Não existe resposta universal para todas as necessidades.

Quer um conselho prático? Antes da próxima compra, pergunte ao vendedor e ao mecânico: qual é o sistema e qual o histórico de intervenções? Isso pode evitar uma surpresa cara.

Você prefere pagar pequenas revisões regulares ou minimizar intervenções e aceitar um reparo pontual caro no futuro? Pense nisso ao escolher o próximo carro.

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O mito da troca de óleo a cada 10 000 km — a verdade dos especialistas https://guiadoauto.com.br/o-mito-da-troca-de-oleo-a-cada-10-000-km-a-verdade-dos-especialistas/ Tue, 11 Nov 2025 12:21:15 +0000 https://guiadoauto.com.br/?p=62034 Quando se trata de cuidados com o carro, um dos temas mais debatidos entre motoristas e mecânicos é a troca de óleo. A crença popular sugere que a troca deve ser feita a cada 10 000 km, mas será que essa é realmente a melhor prática? Neste post, vamos explorar o mito da troca de óleo a cada 10 000 km — a verdade dos especialistas, desmistificando essa questão e trazendo informações valiosas para você cuidar melhor do seu veículo.

O que dizem os especialistas?

Para entender a verdade sobre a troca de óleo, é essencial ouvir os especialistas. Muitos mecânicos e engenheiros de automóveis afirmam que a frequência da troca de óleo depende de diversos fatores, como:

  • Tipo de óleo utilizado (sintético, semi-sintético ou mineral)
  • Condições de uso do veículo (cidades com muito trânsito, estradas de terra, etc.)
  • Modelo e idade do carro

Por exemplo, um carro que roda apenas em estradas e em condições ideais pode não precisar de uma troca tão frequente quanto um veículo que enfrenta tráfego intenso diariamente. Portanto, a ideia de que todos os carros devem ter a troca de óleo realizada a cada 10 000 km é, na verdade, uma generalização.

Os diferentes tipos de óleo e suas recomendações

Existem três tipos principais de óleo de motor, cada um com suas características e recomendações de troca:

1. Óleo Mineral

Esse tipo de óleo é o mais comum e geralmente recomendado para veículos mais antigos. A troca deve ser feita a cada 5 000 a 7 500 km.

2. Óleo Semi-Sintético

Uma mistura de óleo mineral e sintético, o semi-sintético oferece uma proteção melhorada. A troca pode ser feita a cada 7 500 a 10 000 km.

3. Óleo Sintético

Considerado o melhor tipo de óleo, o sintético proporciona uma proteção superior e pode ter sua troca realizada a cada 10 000 a 15 000 km, dependendo das recomendações do fabricante.

Fatores que influenciam a troca de óleo

Além do tipo de óleo, outros fatores podem influenciar a necessidade de troca:

  • Estilo de condução: Conduzir de forma agressiva ou em altas rotações pode exigir trocas mais frequentes.
  • Condições climáticas: Em regiões muito quentes ou frias, o óleo pode se deteriorar mais rapidamente.
  • Uso do veículo: Veículos que são usados para transporte de cargas pesadas ou em trajetos curtos podem precisar de trocas mais frequentes.

Como saber quando trocar o óleo?

Além da quilometragem, existem outros sinais que indicam a necessidade de troca de óleo:

  • Cor do óleo: Se o óleo estiver escuro ou com partículas visíveis, é hora de trocar.
  • Ruídos no motor: Barulhos estranhos podem indicar que o óleo não está mais fazendo sua função de lubrificação.
  • Consumo excessivo de óleo: Se você perceber que o nível de óleo está baixo com frequência, pode ser um sinal de que ele está se deteriorando.

O que fazer após a troca de óleo?

Após realizar a troca de óleo, é importante seguir algumas recomendações para garantir o bom funcionamento do motor:

  • Verifique o nível de óleo regularmente.
  • Fique atento a vazamentos.
  • Faça a manutenção preventiva do veículo, incluindo a troca de filtros.

FAQ – Perguntas Frequentes

1. É verdade que o óleo sintético dura mais?

Sim, o óleo sintético geralmente tem uma vida útil mais longa e pode ser trocado com menor frequência em comparação ao óleo mineral.

2. Posso misturar óleos diferentes?

Não é recomendado misturar óleos de diferentes tipos, pois isso pode comprometer a eficácia da lubrificação.

3. O que acontece se eu não trocar o óleo?

A falta de troca de óleo pode levar a sérios danos ao motor, como o desgaste prematuro e até a quebra do motor.

Considerações finais

Entender o mito da troca de óleo a cada 10 000 km — a verdade dos especialistas é fundamental para garantir a longevidade do seu veículo. Sempre consulte o manual do proprietário e, se necessário, procure a opinião de um mecânico de confiança. Lembre-se de que a manutenção preventiva é a chave para evitar problemas maiores no futuro. Cuide bem do seu carro e ele cuidará bem de você!

Se você gostou deste conteúdo, não deixe de conferir outros posts em nosso blog sobre manutenção automotiva e dicas para prolongar a vida do seu veículo. Você também pode se interessar por nossas dicas de cuidados com o motor e como escolher o óleo ideal.

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Troca de óleo atrasada: o que realmente acontece com o motor https://guiadoauto.com.br/troca-de-oleo-atrasada-o-que-realmente-acontece-com-o-motor/ Mon, 20 Oct 2025 23:04:43 +0000 https://guiadoauto.com.br/?p=49880 Quando falamos sobre a troca de óleo atrasada, muitos motoristas subestimam a importância desse procedimento vital para a saúde do motor. O óleo do motor é responsável por lubrificar as peças móveis, reduzindo o atrito e evitando o desgaste prematuro. Neste post, vamos explorar o que realmente acontece com o motor quando a troca de óleo é negligenciada e como isso pode impactar a performance e a vida útil do seu veículo.

O papel do óleo no funcionamento do motor

O óleo do motor desempenha funções cruciais, que vão além da simples lubrificação. Vamos entender melhor:

  • Lubrificação: O óleo reduz o atrito entre as peças móveis, evitando o desgaste.
  • Resfriamento: O óleo ajuda a dissipar o calor gerado pela combustão e pelo atrito.
  • Limpeza: O óleo captura impurezas e resíduos, mantendo o motor limpo.
  • Proteção contra corrosão: Aditivos no óleo protegem as superfícies metálicas da oxidação.

Consequências da troca de óleo atrasada

Quando a troca de óleo é atrasada, as consequências podem ser graves. Aqui estão algumas das principais implicações:

1. Aumento do desgaste do motor

Com o tempo, o óleo se degrada e perde suas propriedades lubrificantes. Isso resulta em um aumento do atrito entre as peças, levando a um desgaste acelerado do motor. Componentes como pistões e cilindros podem sofrer danos irreversíveis.

2. Acúmulo de impurezas

O óleo velho não consegue mais capturar impurezas e resíduos de forma eficaz. Isso pode resultar em um acúmulo de sujeira, que pode obstruir os canais de óleo e comprometer a circulação adequada do lubrificante.

3. Superaquecimento

Com a perda de eficiência do óleo, o motor pode superaquecer devido à falta de resfriamento adequado. Isso pode causar danos sérios, como a queima de juntas e até mesmo a fusão de componentes internos.

4. Redução da eficiência de combustível

Um motor que não está funcionando de forma ideal devido à falta de lubrificação adequada pode consumir mais combustível. Isso resulta em um aumento nos custos operacionais e uma menor eficiência energética.

Quando é o momento certo para trocar o óleo?

A frequência da troca de óleo pode variar dependendo do tipo de veículo, do tipo de óleo utilizado e das condições de condução. Aqui estão algumas diretrizes gerais:

  • Óleo sintético: Geralmente recomendado a cada 7.500 a 10.000 km.
  • Óleo mineral: Normalmente, a troca deve ser feita a cada 5.000 a 7.500 km.
  • Condições severas: Se você dirige em condições severas (trânsito intenso, clima extremo, etc.), considere trocar o óleo com mais frequência.

Dicas para manter o motor saudável

Além de realizar a troca de óleo no tempo certo, aqui estão algumas dicas para manter seu motor em ótimo estado:

  1. Verifique regularmente o nível de óleo e complete se necessário.
  2. Fique atento a sinais de vazamento de óleo.
  3. Realize manutenções periódicas com um mecânico de confiança.
  4. Use o tipo de óleo recomendado pelo fabricante do veículo.

FAQ – Perguntas Frequentes

1. O que acontece se eu não trocar o óleo do meu carro?

Se você não trocar o óleo, o motor pode sofrer danos graves, como desgaste excessivo, superaquecimento e falhas mecânicas.

2. Com que frequência devo verificar o nível de óleo?

É recomendável verificar o nível de óleo a cada duas semanas ou antes de longas viagens.

3. Posso misturar óleos de diferentes marcas?

Não é ideal misturar óleos de diferentes marcas, pois isso pode comprometer a eficácia dos aditivos. Sempre use o óleo recomendado pelo fabricante.

4. Qual é a diferença entre óleo sintético e mineral?

Óleos sintéticos são formulados quimicamente para oferecer melhor desempenho e proteção, enquanto os óleos minerais são derivados do petróleo e podem não oferecer a mesma eficiência.

5. O que fazer se o motor estiver fazendo barulhos estranhos?

Se você ouvir barulhos estranhos, é importante levar o veículo a um mecânico imediatamente para uma avaliação.

Agora que você entende a importância da troca de óleo atrasada e suas consequências, não deixe de cuidar do seu motor. Agende sua próxima troca de óleo e mantenha seu veículo funcionando de maneira eficiente. Lembre-se: a prevenção é sempre o melhor remédio!

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Como Identificar Vazamentos de Óleo no Motor: Dicas e Passos Práticos https://guiadoauto.com.br/como-identificar-vazamentos-de-oleo-no-motor/ Mon, 29 Sep 2025 11:12:45 +0000 https://guiadoauto.com.br/?p=47029 Os vazamentos de óleo no motor são um problema comum que pode afetar o desempenho do seu veículo e, se não forem tratados rapidamente, podem levar a danos mais sérios. Neste artigo, vamos explorar como identificar vazamentos de óleo no motor, fornecendo dicas práticas e insights que ajudarão você a manter seu carro em ótimo estado. Vamos lá!

O Que Causa Vazamentos de Óleo no Motor?

Antes de aprender como identificar vazamentos de óleo no motor, é importante entender as causas mais comuns desse problema. Os vazamentos podem ser causados por:

  • Desgaste de juntas e vedações
  • Fissuras no bloco do motor
  • Fugas na tampa de válvula
  • Problemas no cárter
  • Falta de manutenção regular

Compreender esses fatores pode ajudá-lo a identificar a origem do vazamento mais rapidamente.

Passos Para Identificar Vazamentos de Óleo

Agora que você conhece as causas, vamos aos passos práticos de como identificar vazamentos de óleo no motor.

1. Verifique o Nível de Óleo

O primeiro passo é verificar o nível de óleo do motor. Use a vareta de medição para conferir se o nível está baixo. Se estiver, isso pode ser um sinal de vazamento. Lembre-se de que o óleo deve estar em um nível adequado para garantir o funcionamento correto do motor.

2. Inspecione Visualmente o Motor

Uma inspeção visual pode revelar muito. Procure por manchas de óleo na parte inferior do motor, na área do cárter e ao redor das juntas. Se notar alguma área suja ou oleosa, isso pode indicar um vazamento.

3. Verifique a Cor do Óleo

A cor do óleo também pode dar pistas sobre o estado do motor. O óleo deve ser de uma cor âmbar clara. Se estiver escuro ou tiver partículas, pode ser um sinal de que precisa ser trocado.

4. Faça Testes de Pressão

Se você não conseguir identificar o vazamento visualmente, considere fazer um teste de pressão no sistema de lubrificação. Isso pode ajudar a localizar o vazamento com mais precisão.

5. Procure Sinais de Fumaça

Fumaça saindo do motor pode ser um sinal de que o óleo está vazando e queimando. Isso é um sinal claro de que você deve agir rapidamente.

Como Prevenir Vazamentos de Óleo

Prevenir vazamentos de óleo é sempre melhor do que remediar. Aqui estão algumas dicas:

  • Realize manutenções regulares
  • Troque o óleo e o filtro conforme recomendado pelo fabricante
  • Verifique as vedações e juntas periodicamente
  • Use óleos de boa qualidade

Quando Procurar um Profissional?

Se você não conseguir identificar ou resolver o vazamento, é hora de procurar um mecânico profissional. Eles têm as ferramentas e a experiência necessárias para diagnosticar e corrigir o problema de forma eficaz.

FAQ – Perguntas Frequentes

1. Como saber se o meu carro está vazando óleo?

Verifique se há manchas de óleo sob o carro, se o nível de óleo está baixo e se há fumaça saindo do motor.

2. Vazamento de óleo é perigoso?

Sim, vazamentos de óleo podem causar sérios danos ao motor e aumentar o risco de incêndio.

3. Posso consertar um vazamento de óleo em casa?

Dependendo da gravidade do vazamento, algumas situações podem ser resolvidas em casa, mas é sempre recomendável consultar um mecânico.

4. O que fazer se o óleo do motor estiver queimando?

Isso pode indicar um vazamento. É importante levar o veículo a um mecânico o mais rápido possível.

5. Qual a frequência de troca de óleo recomendada?

Geralmente, recomenda-se trocar o óleo a cada 5.000 a 10.000 km, mas consulte o manual do proprietário para diretrizes específicas.

Identificar e tratar vazamentos de óleo no motor é essencial para garantir a longevidade do seu veículo. Ao seguir as dicas e passos mencionados, você pode evitar problemas maiores no futuro. Mantenha-se atento e cuide bem do seu carro!

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Entenda Tudo Sobre o Etilenoglicol: O Fluido Essencial para o Seu Veículo https://guiadoauto.com.br/etilenoglicol-o-que-e-e-como-e-utilizado/ https://guiadoauto.com.br/etilenoglicol-o-que-e-e-como-e-utilizado/#respond Mon, 26 May 2025 12:23:15 +0000 https://guiadoauto.com.br/?p=32103 O etilenoglicol é um composto químico que desempenha um papel crucial na manutenção e no funcionamento adequado dos veículos. Este líquido é amplamente utilizado como um fluido de arrefecimento e, por isso, é fundamental para garantir que o motor do seu carro opere em temperaturas ideais. Neste post, vamos explorar tudo o que você precisa saber sobre o etilenoglicol, incluindo suas propriedades, aplicações, e dicas de manutenção para garantir a longevidade do seu veículo.

O que é Etilenoglicol?

O etilenoglicol é um álcool dihidroxilado, que se apresenta como um líquido incolor e viscoso. Ele é amplamente utilizado na indústria automotiva como um componente principal em fluidos de arrefecimento devido à sua capacidade de baixar o ponto de congelamento e elevar o ponto de ebulição da água. Isso significa que o etilenoglicol ajuda a prevenir o superaquecimento e o congelamento do motor, proporcionando uma proteção eficaz em diversas condições climáticas.

Propriedades do Etilenoglicol

As propriedades do etilenoglicol o tornam um fluido ideal para sistemas de arrefecimento. Aqui estão algumas de suas características mais importantes:

  • Ponto de Congelamento Baixo: O etilenoglicol pode reduzir o ponto de congelamento da água, permitindo que os sistemas de arrefecimento funcionem adequadamente em temperaturas extremamente baixas.
  • Ponto de Ebulição Alto: Ele também eleva o ponto de ebulição da água, evitando que o líquido de arrefecimento entre em ebulição em altas temperaturas.
  • Corrosão: O etilenoglicol contém aditivos que ajudam a prevenir a corrosão dentro do sistema de arrefecimento, prolongando a vida útil dos componentes do motor.

Aplicações do Etilenoglicol na Indústria Automotiva

Além de ser um componente essencial nos fluidos de arrefecimento, o etilenoglicol tem outras aplicações na indústria automotiva:

  • Fluidos de Transmissão: Ele é utilizado em alguns fluidos de transmissão, ajudando na lubrificação e no controle da temperatura.
  • Descongelantes: O etilenoglicol é um ingrediente ativo em muitos descongelantes e produtos para limpeza de pára-brisas.
  • Anticongelantes: É um componente chave em anticongelantes, que ajudam a proteger o motor em climas frios.

Como Escolher o Etilenoglicol Certo para o Seu Veículo

Escolher o etilenoglicol adequado para o seu veículo é crucial para garantir o desempenho ideal do motor. Aqui estão algumas dicas:

  1. Verifique o Manual do Proprietário: O manual do seu veículo geralmente fornece informações sobre o tipo de fluido de arrefecimento recomendado.
  2. Considere a Climatologia: Se você vive em uma região com invernos rigorosos, um etilenoglicol com um ponto de congelamento mais baixo pode ser necessário.
  3. Escolha Produtos de Qualidade: Opte por marcas reconhecidas e produtos que atendam às normas da indústria.

Dicas de Manutenção do Sistema de Arrefecimento

Manter o sistema de arrefecimento do seu veículo em boas condições é essencial para evitar problemas sérios. Aqui estão algumas dicas de manutenção:

  • Verifique os Níveis de Fluido: Regularmente, verifique o nível do etilenoglicol e complete, se necessário.
  • Troque o Fluido Periodicamente: O etilenoglicol deve ser trocado conforme as recomendações do fabricante, geralmente a cada 2 a 5 anos.
  • Inspecione o Radiador: Verifique se há vazamentos ou corrosão no radiador e nas mangueiras do sistema de arrefecimento.

FAQ sobre Etilenoglicol

1. O etilenoglicol é tóxico?

Sim, o etilenoglicol é tóxico e deve ser manuseado com cuidado. É importante mantê-lo fora do alcance de crianças e animais de estimação.

2. Posso misturar diferentes tipos de etilenoglicol?

Não é recomendado misturar diferentes tipos de etilenoglicol, pois isso pode comprometer a eficácia do fluido de arrefecimento e causar danos ao sistema.

3. Como saber se o etilenoglicol está contaminado?

Se o fluido de arrefecimento apresentar uma cor turva ou se houver sedimentos visíveis, é um sinal de que o etilenoglicol pode estar contaminado e deve ser trocado.

4. O que fazer se o motor superaqueceu?

Se o motor do seu veículo superaqueceu, é importante desligá-lo imediatamente e deixar esfriar. Verifique o nível do etilenoglicol e procure por vazamentos antes de reiniciar o veículo.

5. Qual a diferença entre etilenoglicol e propilenoglicol?

O etilenoglicol é mais eficaz em termos de propriedades de arrefecimento, mas é tóxico. O propilenoglicol é menos tóxico e é frequentemente usado em aplicações alimentícias, mas não é tão eficiente quanto o etilenoglicol em sistemas de arrefecimento automotivo.

Em resumo, o etilenoglicol é um componente vital para o funcionamento do seu veículo. Manter o sistema de arrefecimento em boas condições não só previne problemas mecânicos, mas também garante a segurança e a eficiência do seu carro. Se você ainda não conferiu o nível do seu fluido de arrefecimento, agora é a hora! Mantenha seu veículo sempre em ótimo estado e aproveite cada viagem com segurança.

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