O aguardado Jeep Avenger, o SUV que promete ser o mais acessível da marca no mercado brasileiro, já começou a dar as caras em território nacional. Flagrado nas ruas do Rio de Janeiro durante o evento “Todo Mundo no Rio”, que contou com show da cantora Shakira, o modelo surge como uma forte aposta da Stellantis para o segmento de compactos.
A aparição do veículo, antes mesmo de sua estreia oficial, reforça a estratégia da Jeep em gerar expectativa junto aos consumidores e especialistas. Embora a data exata de lançamento ainda não tenha sido confirmada pela montadora, a expectativa é que ocorra ainda em 2026, após ter sido previamente apresentado no Salão do Automóvel de 2025.
O Jeep Avenger se posiciona como uma opção menor e mais acessível que o Renegade. Com 4,08 metros de comprimento, o novo SUV é mais compacto que seu “irmão maior”, que mede 4,27 metros. A altura também é inferior, com 1,53 metro contra 1,69 metro do Renegade, e a largura é levemente menor, 1,77 metro frente aos 1,80 metro.
O entre-eixos de 2,56 metros do Avenger é apenas um centímetro inferior ao do Renegade (2,57 metros), uma diferença praticamente imperceptível na prática. No entanto, o porta-malas surpreende positivamente ao oferecer 380 litros de capacidade, superando os 351 litros do Renegade e garantindo um bom equilíbrio entre espaço e praticidade para o uso diário.
| Característica | Jeep Avenger | Jeep Renegade |
|---|---|---|
| Comprimento | 4,08 m | 4,27 m |
| Altura | 1,53 m | 1,69 m |
| Largura | 1,77 m | 1,80 m |
| Entre-eixos | 2,56 m | 2,57 m |
| Capacidade do Porta-malas | 380 litros | 351 litros |
A tabela acima compara as dimensões e a capacidade do porta-malas entre o novo Jeep Avenger e o Renegade, evidenciando a proposta mais compacta do Avenger, mas com um volume de carga superior.
Um dos grandes atrativos do Jeep Avenger é a sua tecnologia embarcada. O modelo contará com o ChatGPT integrado à central multimídia, prometendo interações mais naturais e intuitivas por voz. Essa inovação alinha o veículo às tendências de conectividade e experiência do usuário no setor automotivo.
Apesar do foco em tecnologia, o acabamento interno adota uma proposta mais simples, com maior uso de plásticos. Essa escolha visa manter o custo competitivo e reforçar o posicionamento do Avenger como a porta de entrada da marca Jeep no Brasil.
Sob o capô, o Avenger utilizará o motor 1.0 turbo da Stellantis, já conhecido em modelos como Fiat Pulse e Peugeot 208. Este propulsor entrega 130 cv de potência e 25 kgfm de torque, com a opção de funcionar tanto com gasolina quanto com etanol. A transmissão será automática do tipo CVT com sete marchas simuladas, visando uma condução suave e eficiente.
A produção nacional do Jeep Avenger já foi confirmada para a fábrica de Porto Real, no Rio de Janeiro. Essa decisão estratégica tende a favorecer preços mais competitivos e maior disponibilidade do modelo no mercado brasileiro, um fator crucial para o sucesso de um veículo posicionado como o mais acessível da gama Jeep.
A chegada do Avenger promete agitar o segmento de SUVs compactos no Brasil, oferecendo uma alternativa moderna, tecnológica e com a robustez característica da marca Jeep, mas em um pacote mais acessível para um público maior.
]]>A partir de maio de 2026, os consumidores brasileiros encontrarão nas concessionárias uma versão renovada da Honda Pop 110i. Com preço sugerido de R$ 10.588 (base São Paulo), a linha 2027 traz atualizações significativas, focadas em simplificar o uso e aumentar a segurança, especialmente para quem está em transição da bicicleta para a motocicleta.
A principal novidade é a eliminação do pedal de freio traseiro, que agora é acionado por um manete no guidão. Essa mudança, aliada a rodas de liga leve e pneus sem câmara, visa oferecer um pacote mais moderno e seguro para o modelo de entrada da Honda.
As atualizações na Honda Pop 110i 2027 vão além da simples estética. A introdução de rodas de liga leve e pneus tubeless (sem câmara) representa um avanço importante para a categoria. Essa tecnologia evita o esvaziamento súbito do pneu em caso de perfuração, concedendo ao condutor mais tempo para buscar um local seguro ou realizar o reparo.
O sistema de frenagem também recebeu atenção especial. Os freios a tambor tiveram suas dimensões ampliadas, passando de 110 mm para 130 mm. O sistema de freio combinado (CBS) agora é acionado inteiramente pelas mãos, com a alavanca no punho esquerdo substituindo o antigo pedal direito. Além disso, o conjunto de pneus ganhou medidas maiores, visando uma maior aderência.
| Item | Honda Pop 110i 2027 | Honda Pop 110i Anterior |
| Freio Traseiro | Manete no guidão (acionamento manual) | Pedal no lado direito |
| Rodas | Liga leve | Raiadas |
| Pneus | Sem câmara (tubeless) | Com câmara |
| Diâmetro Tambor Freio | 130 mm | 110 mm |
Essas mudanças, detalhadas na tabela acima, visam tornar a condução mais intuitiva e segura, características essenciais para o público que utiliza a Pop 110i no cotidiano das cidades brasileiras.
Esteticamente, a Honda Pop 110i 2027 estreia carenagens inéditas, conferindo um visual mais robusto e moderno, sem descaracterizar a identidade conhecida do modelo. As peças foram projetadas com foco na resistência e na facilidade de reposição, pensando no uso severo a que a moto está frequentemente exposta no Brasil.
Em termos de praticidade para o uso diário, a moto mantém e aprimora soluções já conhecidas:
Sob o aspecto mecânico, a Honda optou por manter o conjunto que se consagrou pela economia. O motor monocilíndrico de 109,5 cm³ com injeção eletrônica PGM-FI continua entregando 8,43 cv a 7.250 rpm e torque de 0,945 kgfm a 5.000 rpm, funcionando exclusivamente com gasolina.
O câmbio semiautomático de quatro marchas, que dispensa o uso da manete de embreagem, permanece. Ao combinar a embreagem automática com o novo acionamento dos freios no guidão, a Honda Pop 110i 2027 reforça seu propósito de oferecer uma experiência de pilotagem simplificada e ágil, ideal para o trânsito das metrópoles brasileiras.
A Honda Pop 110i 2027 será oferecida nas cores azul, branca e vermelha. Para reforçar a confiança do consumidor, a fabricante disponibiliza uma garantia de 3 anos sem limite de quilometragem. Além disso, o modelo conta com um diferencial no pós-venda: o fornecimento gratuito de óleo em sete revisões, a partir do terceiro serviço programado.
Com chassi monobloco de aço e pesando apenas 88 kg, a moto se mantém como uma opção de baixo custo operacional e de aquisição, consolidando sua posição como uma das favoritas entre os brasileiros que buscam mobilidade acessível e confiável.
]]>A Honda Pop 110i 2027 aterrissa nas concessionárias brasileiras a partir de maio, apresentando uma série de atualizações significativas. Com um preço sugerido de R$ 10.588 (base São Paulo), o modelo mais acessível da marca no país busca simplificar a transição entre bicicleta e motocicleta com comandos mais intuitivos e um pacote de segurança aprimorado. A principal novidade é a eliminação do pedal de freio traseiro, que agora é operado por um manete no guidão, uma mudança que visa atrair novos condutores e oferecer mais confiança.
Essa reformulação não apenas moderniza a moto, mas também impacta diretamente motoristas que buscam uma primeira moto ou um veículo de baixo custo operacional. Para frotistas, a promessa de manutenção facilitada e custos de rodagem reduzidos continua sendo um atrativo, enquanto oficinas mecânicas terão que se adaptar às novas tecnologias de frenagem e aos componentes de segurança.
Uma das transformações mais notáveis na Honda Pop 110i 2027 está nas rodas e nos pneus. A Honda optou por substituir as tradicionais rodas raiadas por peças de liga leve, que vêm acompanhadas de pneus tubeless (sem câmara). Essa tecnologia representa um avanço considerável para a categoria de entrada, pois em caso de perfuração, o pneu não esvazia subitamente. Isso concede ao condutor um tempo adicional para buscar um local seguro e realizar o reparo, aumentando a segurança em deslocamentos urbanos.
O sistema de frenagem também recebeu melhorias importantes:
Para consolidar sua liderança no segmento de baixa cilindrada, a Honda aposta em um pacote agressivo de pós-venda. A Pop 110i 2027 estará disponível nas cores azul, branca e vermelha. A fabricante oferece garantia de 3 anos sem limite de quilometragem, um diferencial que transmite segurança ao consumidor. Além disso, a política de manutenção inclui o fornecimento gratuito de óleo em sete revisões, com o benefício iniciando a partir do terceiro serviço programado.
Com seu chassi monobloco de aço e pesando apenas 88 kg, a Honda Pop 110i 2027 mantém-se como uma opção de baixo custo operacional, ideal para o uso diário e para quem busca economia.
Visualmente, a nova versão da Honda Pop 110i 2027 apresenta carenagens inéditas que conferem um aspecto mais robusto ao veículo. O design foi repensado para ser mais moderno, sem perder a identidade que consagrou o modelo desde 2007. As peças foram projetadas com foco na durabilidade e facilidade de reposição, considerando o uso severo a que a moto pode ser submetida no dia a dia brasileiro.
Soluções práticas para o cotidiano incluem:
Em termos de motorização, a Honda Pop 110i 2027 mantém o confiável conjunto mecânico conhecido pela economia. O propulsor é um monocilíndrico de 109,5 cm³ com injeção eletrônica PGM-FI, capaz de entregar 8,43 cv a 7.250 rpm e torque de 0,945 kgfm a 5.000 rpm, operando exclusivamente com gasolina. A moto continua equipada com o câmbio semiautomático de quatro marchas, que dispensa o uso da manete de embreagem, permitindo trocas de marcha apenas com o pé esquerdo. Essa combinação, aliada ao novo freio no guidão, visa proporcionar uma experiência de condução simplificada e ágil, ideal para o trânsito das cidades brasileiras.
]]>A fabricante chinesa Shineray anunciou oficialmente a chegada da SHI 170 ao Brasil em 2026, uma nova motocicleta que promete atrair consumidores pelo seu preço competitivo e lista de equipamentos. Com um valor inicial de R$ 13.490 (sem frete e seguro), a SHI 170 se posiciona como uma alternativa acessível em um mercado dominado por grandes players, buscando conquistar seu espaço com uma proposta de valor diferenciada.
O lançamento reforça a estratégia da Shineray de expandir sua atuação no país, focando em modelos que unem economia e tecnologia. Essa nova aposta chega para competir diretamente com modelos de entrada de marcas consagradas, oferecendo um pacote atraente para o uso diário.
O grande destaque da Shineray SHI 170 é, sem dúvida, seu preço. Custando R$ 13.490 sem custos adicionais, o modelo se torna significativamente mais barato que concorrentes diretas. Ao considerar o valor total com taxas inclusas, o consumidor precisará desembolsar R$ 14.480,15. Para contextualizar, a Honda NXR 160 Bros, uma rival comum nesse segmento, parte de R$ 24.050 sem frete, demonstrando a expressiva diferença de custo inicial.
Essa estratégia de precificação agressiva posiciona a Shineray como uma opção para quem busca economizar na aquisição de uma motocicleta nova, sem abrir mão de recursos importantes para o dia a dia.
| Item | Shineray SHI 170 (a partir de) | Honda NXR 160 Bros (a partir de) |
|---|---|---|
| Preço Base (s/ frete) | R$ 13.490,00 | R$ 24.050,00 |
| Preço com Taxas (estimado) | R$ 14.480,15 | – |
| Motorização (aprox.) | 169,30 cc | 160 cc |
| Potência (aprox.) | 13,59 cv | 16,1 cv (etanol) |
A tabela acima compara o preço de entrada da Shineray SHI 170 com a Honda NXR 160 Bros, destacando a vantagem econômica inicial da novidade chinesa. É importante notar que os preços de mercado podem variar.
Além do apelo de preço, a Shineray SHI 170 aposta em recursos tecnológicos para agregar valor à experiência do usuário. O modelo conta com comandos no guidão que oferecem conectividade Bluetooth, permitindo o controle de mídias sem a necessidade de parar a moto. Essa funcionalidade é um diferencial interessante para quem utiliza a motocicleta em deslocamentos urbanos constantes.
Outro ponto de destaque são as entradas USB-A e USB-C (5V/2A), que viabilizam o carregamento de dispositivos móveis durante a condução. O sistema elétrico de 12V garante estabilidade de funcionamento, enquanto a iluminação full LED contribui para a segurança, melhorando a visibilidade noturna, e confere um visual mais moderno à moto.
O coração da Shineray SHI 170 é um motor monocilíndrico de quatro tempos, com 169,3 cm³, duas válvulas e comando simples no cabeçote (SOHC). Ele entrega uma potência máxima de 13,59 cv a 8.000 rpm e um torque de 11,45 Nm a 7.200 rpm. Acoplado a um câmbio manual de cinco marchas, o conjunto busca oferecer uma pilotagem eficiente e adequada para o uso urbano.
Com esses números, a moto se posiciona em um segmento disputado, onde modelos como a Avelloz AZ160 Extreme, Yamaha Crosser 150 e a própria Honda NXR 160 Bros são referências.
A SHI 170 foi projetada com foco na versatilidade para o uso urbano. Suas rodas aro 18 buscam proporcionar maior estabilidade em diferentes tipos de piso. Para a frenagem, conta com disco dianteiro de 240 mm com acionamento hidráulico, oferecendo mais precisão e controle, e um freio traseiro a tambor de 130 mm como complemento.
A suspensão dianteira utiliza um garfo telescópico com curso de 100 mm, enquanto a traseira possui um sistema convencional com dois amortecedores, oferecendo 60 mm de curso. Essas especificações visam garantir um bom conforto em terrenos irregulares.
A motocicleta apresenta dimensões otimizadas para a agilidade urbana: 1.970 mm de comprimento, 750 mm de largura e 1.060 mm de altura. A altura do assento de 760 mm facilita o acesso para pilotos de diversas estaturas, e a distância do solo de 160 mm ajuda a superar obstáculos.
Com uma distância entre eixos de 1.305 mm, a SHI 170 promete estabilidade e controle. O peso líquido é de 104 kg, e em ordem de marcha atinge 118 kg. O peso bruto total é de 268 kg, com capacidade de carga máxima de 150 kg, considerando piloto, garupa e bagagens.
O tanque de combustível possui capacidade para 12,5 litros (incluindo reserva), o que, aliado ao baixo consumo esperado, deve garantir uma boa autonomia para os deslocamentos diários. A chegada da Shineray SHI 170 reforça a crescente oferta de modelos acessíveis e bem equipados no mercado brasileiro, representando uma opção a ser considerada por consumidores que buscam um bom custo-benefício.
]]>A Shineray anunciou oficialmente em 2026 o lançamento da sua nova motocicleta, a SHI 170, no mercado brasileiro. Com um preço inicial de R$ 13.490 (sem frete e seguro), a moto busca conquistar consumidores que procuram economia e tecnologia. O modelo se destaca por oferecer um pacote competitivo em um segmento disputado, especialmente quando comparado a modelos consagrados como a Honda CG 160 e a NXR 160 Bros.
O principal atrativo da nova SHI 170 é, sem dúvida, o seu custo-benefício. Posicionada abaixo de concorrentes diretas, a moto chega para ampliar as opções de modelos acessíveis no país, sinalizando uma estratégia clara da Shineray para o crescimento em território nacional.
Com um valor de lançamento de R$ 13.490, a Shineray SHI 170 se apresenta como uma alternativa econômica. Ao considerar taxas e custos adicionais, o preço final para o consumidor fica em R$ 14.480,15. Este valor é significativamente inferior aos R$ 24.050, sem frete, pedidos pela Honda NXR 160 Bros, por exemplo. A moto barata chinesa, portanto, se firma como uma opção para quem prioriza a economia na aquisição de uma nova motocicleta.
Além do preço atrativo, a Shineray SHI 170 aposta em recursos modernos para a rotina do piloto. O modelo conta com comandos no guidão com conectividade Bluetooth, permitindo gerenciar mídias sem a necessidade de parar. Para completar, dispõe de entradas USB-A e USB-C com carregamento rápido (5V/2A), ideais para manter dispositivos móveis sempre carregados durante o percurso.
O sistema elétrico opera em 12V, assegurando estabilidade, e a iluminação full LED não só melhora a visibilidade, como também confere um visual mais contemporâneo à moto. Estes detalhes mostram que mesmo sendo uma moto de entrada, a Shineray não negligenciou a incorporação de tecnologias úteis para o dia a dia.
No coração da Shineray SHI 170 pulsa um motor monocilíndrico de quatro tempos com 169,30 cm³, equipado com duas válvulas e tecnologia SOHC (Single OverHead Camshaft). Este conjunto entrega uma potência máxima de 13,59 cv a 8.000 rpm e um torque de 11,45 Nm a 7.200 rpm.
A transmissão é feita por meio de uma caixa manual de cinco marchas, otimizando a eficiência da pilotagem em diversas condições de uso. Com essas especificações, a SHI 170 se posiciona em um segmento onde rivais como a Avelloz AZ160 Extreme e a Yamaha Crosser 150 também marcam presença.
A SHI 170 foi projetada para oferecer versatilidade, especialmente no uso urbano. Suas rodas aro 18 garantem maior estabilidade em diferentes tipos de piso. Para a segurança, o sistema de frenagem conta com disco dianteiro de 240 mm com acionamento hidráulico, proporcionando maior controle, e tambor traseiro de 130 mm.
A suspensão dianteira é composta por garfo telescópico com curso de 100 mm, enquanto a traseira utiliza um sistema convencional de dois amortecedores com curso de 60 mm. Essa configuração visa proporcionar um bom equilíbrio entre conforto e dirigibilidade.
Pensando na praticidade, as dimensões da Shineray SHI 170 são: 1.970 mm de comprimento, 750 mm de largura e 1.060 mm de altura. A altura do assento de 760 mm facilita o acesso para pilotos de diferentes estaturas, e a distância do solo é de 160 mm.
Com um peso líquido de 104 kg e peso em ordem de marcha de 118 kg, a moto apresenta um bom equilíbrio. O peso bruto total é de 268 kg, com capacidade máxima de carga de 150 kg, considerando piloto, passageiro e bagagens. O tanque de combustível tem capacidade para 12,5 litros, o que promete boa autonomia para o uso diário.
Para ilustrar melhor o posicionamento da Shineray SHI 170, confira uma comparação com modelos de referência:
| Característica | Shineray SHI 170 | Honda CG 160 (Sedan) | Honda NXR 160 Bros |
|---|---|---|---|
| Motor (cc) | 169,30 | 162,7 | 162,7 |
| Potência (cv) | 13,59 | 15,1 (E) / 14,9 (G) | 14,7 (E) / 14,7 (G) |
| Torque (Nm) | 11,45 | 1,54 (E) / 1,53 (G) | 1,46 (E) / 1,46 (G) |
| Rodas | Aro 18 | Aro 18 (Diant.), Aro 16 (Tras.) | Aro 19 (Diant.), Aro 17 (Tras.) |
| Freio Dianteiro | Disco | Disco | Disco |
| Preço (R$) – Aprox. | 13.490 (sem frete) | ~15.000 (sem frete) | 24.050 (sem frete) |
Nota: Os preços da Honda CG 160 e NXR 160 Bros são aproximados e baseados em valores de referência, podendo variar. Dados de torque da CG 160 e Bros foram convertidos para Nm para fins de comparação.
A tabela demonstra que a Shineray SHI 170 oferece um motor com cilindrada ligeiramente superior à Honda CG 160 e NXR 160 Bros, porém com potência um pouco menor. O destaque fica para o preço, onde a moto chinesa se mostra significativamente mais acessível, especialmente quando comparada à linha Bros. As rodas aro 18 da SHI 170 buscam um equilíbrio entre agilidade urbana e capacidade em terrenos variados.
O lançamento da SHI 170 consolida a estratégia da Shineray de investir em modelos acessíveis e bem equipados para o mercado brasileiro. A marca busca atrair consumidores que necessitam de uma motocicleta para o uso diário, oferecendo um pacote que combina preço baixo, recursos de conectividade e um desempenho equilibrado.
A chegada da Shineray SHI 170 ao Brasil representa um novo desafio para as marcas estabelecidas, trazendo uma proposta de valor que pode agradar a um público amplo em busca de uma opção mais econômica e moderna para suas locomoções.
]]>O Honda City volta a receber mudanças de visual previstas para o final de 2026: as versões hatch e sedã foram flagradas em testes e mostram uma dianteira completamente redesenhada, com grade maior, faróis e para-choque renovados. Apesar do visual mais alinhado ao design global da marca, o conjunto mecânico permanece o mesmo — o motor 1.5 aspirado de 126 cv e 15,8 kgfm, acoplado a câmbio CVT com simulação de sete marchas. As imagens que antecipam a reforma foram divulgadas pela página Placa Verde; dados sobre a estratégia e o cronograma constam em apurações do setor automotivo.
Esta atualização mira reposicionar o City dentro da gama Honda, com mudanças suficientes para dar cara nova ao automóvel sem a introdução do sistema híbrido — tecnologia presente em outras versões internacionais, mas que, segundo apuração da Mobiauto, deverá estrear em modelos como o novo HR-V apenas em 2027. Abaixo, detalhamos o que muda no exterior, o que permanecerá no conjunto mecânico, o que esperar do interior e as implicações práticas para quem busca comprar ou manter um City.

As unidades camufladas vistas em Palmas (TO) revelam que a alteração mais profunda será na dianteira. A nova face do Honda City deve trazer uma grade de maiores proporções, faróis com assinatura luminosa redesenhada e entradas de ar com geometria atualizada. O objetivo é aproximar o visual do City ao padrão estético adotado pela Honda em lançamentos recentes no exterior.
Na traseira, as alterações serão mais pontuais, mas perceptíveis: o para-choque deverá receber novo formato e as lentes das lanternas internas ganham desenho diferenciado. Nas laterais, a principal novidade esperada são rodas com desenho revisado. O volume de camuflagem na unidade de testes indica que a marca trabalha em painéis ligeiramente diferentes, possivelmente para acomodar novos componentes estéticos e harmonizar a frente com a traseira.
Para o consumidor, a mudança de visual tem impacto direto na percepção de produto: um City com dianteira mais moderna tende a concorrer de forma mais agressiva com rivais do segmento, sem alterar custos diretos de manutenção relacionados ao conjunto mecânico.
Apesar de o Honda City contar com versões híbridas em mercados externos, a reestilização que chega agora não traz o sistema híbrido para o Brasil. O sedã e o hatch seguirão com o motor 1.5 aspirado, conhecido por entregar 126 cv e 15,8 kgfm de torque, acoplado ao câmbio automático CVT com simulação de sete marchas.
Fontes do setor indicam que a estratégia da Honda prioriza a aplicação do sistema híbrido em outros lançamentos, como a nova geração do HR-V, cuja estreia da motorização híbrida está prevista apenas para 2027. Manter o 1.5 tem vantagens comerciais: aproveita uma cadeia de produção já estabelecida, reduz custo de homologação e preserva o bom desempenho em consumo que este motor oferece, além de facilitar a oferta de peças e serviços de manutenção.
Do ponto de vista técnico, o motor 1.5 aspirado é elogiado por sua linearidade de entrega de torque em uso urbano e por ser menos complexo em manutenção que sistemas híbridos. Para quem roda muito em cidade, a combinação com o câmbio CVT proporciona condução suave e bom aproveitamento de consumo; já em trechos com maior exigência de aceleração, o motor pode demandar rotações mais altas, característica comum em aspirados compactos.
| Item | Atual | Reestilizado (2024) |
|---|---|---|
| Carroceria | Hatch e sedã (atual) | Hatch e sedã (mesmas linhas gerais) |
| Dianteira | Projeto anterior | Grade maior, novos faróis e para-choque |
| Traseira | Sem alterações no último facelift | Para-choque revisto, novo desenho interno de lanternas |
| Motor | 1.5 aspirado — 126 cv / 15,8 kgfm | Mesmo 1.5 aspirado — mantém potência |
| Transmissão | CVT (simulação 7 marchas) | CVT (mesma configuração) |
| Interior | Atual, com central multimídia existente | Melhorias pontuais na multimídia |
| Híbrido | Disponível em outros mercados | Não previsto — chegada de híbrido prevista em outros modelos (ex.: HR-V em 2027) |
Segundo as apurações, o interior não passará por revoluções. Espera-se atualização da central multimídia, com interface mais moderna e possivelmente mapas/recursos revisados, mas sem a adoção dos serviços conectados do Google que integraram o Civic em lançamentos recentes. Isso indica foco em ergonomia e usabilidade, não em um reposicionamento tecnológico radical.
Para o motorista, as novidades práticas tendem a se limitar a melhoria na experiência de uso da tela — tempos de resposta, integração com smartphones e layout — e a pequenos retoques em acabamento. Em termos de segurança ativa e passiva, não há indicações de mudanças drásticas: itens já oferecidos nas linhas atuais devem ser mantidos conforme versão.
Em situações cotidianas, como deslocamentos urbanos e viagens curtas, o City reestilizado deve conservar as qualidades de habitabilidade e porta-malas que o tornaram opção atraente para famílias e motoristas que buscam conforto sem abrir mão de baixo custo operacional.
Quem planeja comprar um Honda City deve avaliar alguns pontos práticos. A reestilização torna o modelo visualmente mais atrativo, o que pode impactar preços e valores de revenda. No entanto, a manutenção e os custos operacionais não sofrerão mudanças imediatas, já que o conjunto mecânico permanece o mesmo.
Algumas recomendações para proprietários e interessados:
Do ponto de vista financeiro, quem não prioriza a motorização híbrida pode encontrar vantagem em adquirir nesta fase por causa da estabilidade mecânica do modelo e da ampla oferta de peças. Já o comprador que busca tecnologia híbrida deverá aguardar sinais claros do calendário da marca para modelos que receberão essa motorização no futuro.
Não. A reestilização prevista para o final de 2024 não traz o sistema híbrido: o City continuará com o motor 1.5 aspirado de 126 cv e 15,8 kgfm combinado ao câmbio CVT. Informações do mercado indicam que a Honda deverá priorizar a estreia de híbridos em outros modelos, com previsão de chegada em veículos como o novo HR-V em 2027.
As unidades flagradas em testes indicam que o lançamento comercial está programado para o final de 2024. Testes de temperatura em Palmas (TO) e o volume de camuflagem sugerem que a fase final de ajustes está em andamento.
As alterações internas serão pontuais: atualização da central multimídia e ajustes de acabamento. Não há expectativa de revolução no layout interno nem da inclusão dos serviços conectados do Google, como visto em outros modelos da marca.
Não significativamente. Como o motor e a transmissão permanecem iguais, os custos e procedimentos de manutenção seguem os mesmos. Apenas peças externas como para-choque e faróis terão desenho novo, o que pode influenciar preços de eventuais reparos estéticos.
Depende do perfil do comprador. Se o objetivo é economia de combustível a longo prazo e tecnologia, pode valer esperar por modelos híbridos confirmados para o futuro. Se prioriza compra imediata com custo operacional previsível e ampla rede de peças, o City 1.5 continua sendo opção sólida.
Apurações sobre a reestilização foram feitas com base em flagras da página Placa Verde e informações de mercado divulgadas por veículos especializados; a Honda mantém seus cronogramas técnicos e comerciais sujeitos a ajustes até o anúncio oficial.
]]>A Chevrolet reposicionou os preços do novo Tracker 2026, com redução que chega a R$ 14.600 em algumas versões, em busca de maior competitividade no segmento de SUVs compactos.
Quase toda a gama teve ajuste na tabela, mantendo apenas o modelo de entrada com preço estável para o público PcD, e incluindo uma série limitada, a Tracker Pro 2026.
Essas informações foram divulgadas pela fabricante e compiladas pela Quatro Rodas, conforme informação divulgada pela Quatro Rodas.
A principal alteração é o recorte de preços nas versões mais completas, com as maiores quedas aplicadas nas opções topo de linha. Segundo a divulgação, as versões Premier e RS tiveram as maiores reduções, de R$ 14.600 cada.
As configurações intermediárias também ficaram mais atraentes, com descontos de R$ 11.600 para a LT e R$ 11.800 para a LTZ, melhorando o custo-benefício do modelo.
Confira os valores e os principais itens anunciados para cada versão do Chevrolet Tracker 2026, conforme a tabela atualizada pela fabricante.
Tracker 1.0 Turbo AT, R$ 119.900, versão de entrada com motor 1.0 turbo e câmbio automático, equipada com 6 airbags, controles de tração e estabilidade, faróis de LED, chave presencial, central multimídia de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, e Wi-Fi nativo.
Tracker Pro 1.0 Turbo AT, R$ 129.990, série limitada a 3.495 unidades, segue os equipamentos da versão básica, adiciona itens visuais como rack de teto preto, rodas de liga leve de 17 polegadas, tampão para o porta-malas e console central com descansa-braço.
Tracker LT 1.0 Turbo AT, R$ 142.490, soma central multimídia de 11 polegadas, painel digital de 8 polegadas, câmera de ré, rack de teto preto e console central com apoio de braço.
Tracker LTZ 1.0 Turbo AT, R$ 157.690, foca em segurança ativa, com alerta de colisão frontal e frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego, rodas de 17 polegadas, ar-condicionado digital e bancos com revestimento premium.
Tracker Premier 1.2 Turbo AT, R$ 174.990, topo de linha com motor 1.2 turbo, destaque em tecnologia, incluindo sistema de estacionamento automático Easy Park, sensores dianteiros e laterais, ajuste de altura dos faróis e rack de teto na cor prata.
Tracker RS 1.2 Turbo AT, R$ 175.990, versão mais esportiva com motor 1.2 turbo de até 133 cv, visual escurecido, rodas exclusivas, teto solar panorâmico, mantém os itens de segurança da LTZ e adiciona carregador por indução.
Com os novos preços, o Chevrolet Tracker 2026 busca reforçar a competitividade frente a rivais como Hyundai Creta, VW T-Cross e Honda WR-V, oferecendo pacotes mais completos por valores mais atrativos.
O reposicionamento deve facilitar a escolha de versões intermediárias, que receberam cortes relevantes, e também reforçar o apelo das versões topo de linha com desconto expressivo.
Para quem procura tecnologia, segurança e opções de motorização turbo, o Tracker 2026 agora oferece alternativas com melhor custo-benefício, lembrando que a série limitada Pro permanece com oferta própria e tiragem reduzida.
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